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5 de mar. de 2015

Profissões que estão perdendo espaço por causa das novas tecnologias


O site norte-americano CareerCast divulgou um estudo apontando profissões que devem perder espaço por causa das inovações tecnológicas. Para isso, o estudo apresenta a projeção de retração de algumas dessas profissões para até o ano de 2022. Destacam-se profissões importantes para o nosso cotidiano, como carteiro, leitor de medidor, repórter de jornal, agente de viagem, fiscal de impostos e agricultor. 

Sabemos que tudo na vida é cíclico. E se hoje não temos mais profissões tão importantes no passado como datilógrafo, telegrafista, operador de Kardex, operador de mimeógrafo e telefonista é porque justamente inovações tecnológicas tornaram essas profissões em obsoletas. 

Confira o cenário apontado pela CareerCast: 

Carteiro – projeção de retração de 28%
Agricultores - projeção de retração de 19%
Leitores de medidor - projeção de retração de 19%
Repórter de jornal - projeção de retração de 13%
Agentes de viagem - projeção de retração de 12%
Lenhadores - projeção de retração de 9%
Comissários de bordo - projeção de retração de 7%
Operador de furadeira - projeção de retração de 6%
Funcionário de gráfica - projeção de retração de 5%
Fiscal de impostos - projeção de retração de 4%

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Perguntas que você não deve fazer em uma entrevista


O momento mais importante de qualquer pessoa à procura de recolocação no mercado é o dia da entrevista. Cada candidato reage de forma diferente a ela. Uns ficam ansiosos, não conseguem dormir na véspera, ficam temerosos com o momento que pode mudar sua vida. Outros já são por natureza, menos ansiosos e conseguem encarar o grande dia sem maiores problemas. 

Porém, para todos os casos existe a mesma regrinha a ser seguida: o que perguntar para o recrutador. Determinadas perguntas não devem ser feitas. Confira agora as mais comuns e que devem ser evitadas em uma entrevista de emprego

“Quando serei promovido?”
Quase toda empresa espera primeiro obter resultados do funcionário (ainda em fase de testes) antes de efetivá-lo. 

“Quanto eu vou ganhar?”
Qualquer pergunta sobre salário deve ser evitada. Lembre-se que a entrevista serve para o candidato e a empresa se conhecerem melhor. Perguntar sobre salário já na entrevista é dar um passo maior que o momento pede. 

“Qual o ramo dessa empresa?”
Perguntas desse tipo demonstram que o candidato não se informou sobre a empresa e muito menos se preparou para a entrevista. 

“Posso chegar atrasado ou às vezes sair mais cedo?”
Ao ouvir uma pergunta dessas, o recrutador pode pensar que o candidato é desleixado e que não se preocupará muito com as responsabilidades que o esperam. Ainda mais se a política interna for de banco de horas ou horários flexíveis. 

“Não sei/ não gostou de trabalhar sob pressão”
Dizer que você não se sente bem trabalhando sob pressão poderá eliminá-lo do processo seletivo sem uma segunda chance. É uma das maiores armadilhas. 

Essas são apenas algumas das perguntas (erradas) mais feitas pelos candidatos na entrevista de emprego. Gostou? Então continue acompanhando o blog da MQ Consultoria em RH!

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Seus direitos: saiba a diferença entre bronca e assédio moral


Existe uma linha muito tênue entre tomar uma bronca do seu superior ou sofrer assédio moral. Em muitos casos, o funcionário, achando estar sofrendo de assédio moral, aciona a Justiça de forma equivocada. A famosa bronca geralmente busca a mudança como resultado e por mais dura que possa ser, ela não tem o intuito de desmoralizar a capacidade, dignidade e o caráter do funcionário. Consiste em atos isolados para corrigir emergencialmente aquilo de errado que insiste em acontecer dentro de um ambiente de trabalho. 

Já o assédio moral se caracteriza por sua conduta abusiva. Fazer terror psicológico, expor o funcionário ao ridículo na frente de colegas ou clientes, fazer críticas em relação a capacidade profissional, isolar o funcionário de confraternizações, reuniões ou outras atividades junto aos demais colegas são algumas das principais características do assédio moral. 

A diferença reside justamente no tempo. A bronca é pontual e tem um único objetivo – que é o de correção. O assédio moral, por sua vez é constante, pode acontecer diariamente e tem como intuito desmoralizar a vítima, deixando-a insegura, improdutiva e podendo levá-la a ter problemas psíquicos. Afinal de contas, não há nada pior do que trabalhar em um ambiente aonde os superiores maltratam seus funcionários sem nenhum propósito.

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Profissões que poderão existir no futuro


Pode parecer apenas um exercício de imaginação, desses que vemos em diversos livros e filmes famosos como em De Volta Para o Futuro – Parte 2, mas se utilizando de critérios reais e tendo o avanço da tecnologia e dos robôs como ponto de partida, o instituto Canadian Scholarship Trust Plan publicou um estudo onde aponta dez profissões que devem estar disponíveis no distante ano de 2030.

Conheça as profissões do futuro

01. Reflorestador – os reflorestadores ajudarão florestas e vegetações naturais a se recuperar após séculos de danos contra a Natureza. Além disso, eles criarão “fazendas-verticais” com estufas.

02. Navegador de saúde – os profissionais dessa área responderão a perguntas sobre procedimentos e documentos, além de dar apoio às pessoas que se esforçam para lidar com o estresse de ter um familiar doente.

03. Terapeuta de final de vida – a expectativa de vida sofrerá um aumento considerável no futuro, o que gerará profissões como o terapeuta de final de vida. O trabalho desses profissionais será atuar como uma espécie de guia para planejar os anos finais de uma pessoa.

04. Especialista em simplicidade – estes profissionais vão encontrar maneiras de ajudar a simplificar as operações diárias de negócios.

05. Remixer de mídia – o futuro dos DJs. Áudio, imagens, vídeo e realidade aumentada serão os ingredientes usados pelos remixers de mídia, tudo para criar projetos que irão inovar o nosso jeito de ver campanhas de publicidade.

06. Guia de aventura no Ártico – segundo os especialistas do Canadian Scholarship Trust Plan, até 2030 será ligada uma passagem entre a Eurásia e as Américas, o que permitirá que o turismo de aventuras – como andar de esqui, por exemplo – chegue ao Ártico com força total.

07. Designer de lixo – os profissionais dessa área renovarão uma técnica que já está em uso nos dias de hoje, mas que terá um importante papel por volta de 2030. O lixo será transformado em produtos de melhor qualidade, criando os setores dos que serão chamados de Designers de Lixo.

08. Conselheiro de robô – algo que já estamos acostumados a ver em filmes e livros de ficção científica, mas que será uma realidade daqui a vinte, trinta anos. Os robôs farão parte do nosso cotidiano, podendo desempenhar tarefas complexas como as de babá, faxineira e segurança. Para garantir ao consumidor o modelo que melhor se encaixa com as tarefas que serão realizadas, existirão os Conselheiros de Robôs.

09. Tele cirurgião – a fim de facilitar as operações remotas, os cirurgiões irão operar os pacientes com braços robóticos ao invés de mãos humanas.

10. Nostálgicos – a nostalgia faz parte da vida de todos nós. Pensando nisso, os Nostálgicos usarão design de interiores, terapia e pesquisa histórica para recriar ambientes de épocas passadas como uma cozinha dos anos 1940 ou uma sala de estar dos anos 1990.

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Conheça os setores com os profissionais mais depressivos


Segundo uma pesquisa publicada pela Social Psychiatry and Psychiatric Epidemiology, os profissionais mais depressivos se encontram em setores que exigem interações frequentes ou complicadas com o público.

A pesquisa, americana, foi feita a partir de 55 de setores da economia e mais de 214 mil profissionais entrevistados. Além disso, os pesquisadores tiveram acesso aos dados de seguro de saúde e pedidos de médicos entre 2001 e 2005.

Conheça os setores com os profissionais mais depressivos:
Transporte público - 16,19%
Mercado imobiliário - 15,65%
Serviços sociais - 14,60%
Indústria de manufatura - 14,25%
Serviços pessoais - 14,25%
Serviços jurídicos - 13,44%
Gestão ambiental - 13,42%
Organizações de associados - 13,28%
Corretor de seguros - 12,60%
Impressão e publicação - 12,43%

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Conheça os países que mais dão férias


O Brasil está muito bem encaixado entre os países que mais dão férias. Os nossos costumeiros trinta dias previstos por Lei são os mesmos de diversos outros países europeus, como veremos a seguir. 

Áustria – O país de aproximadamente 9 milhões de habitantes localizado na Europa Central dá aos seus profissionais 30 dias no calendário ou 22 dias trabalhados

Canadá – São 2 semanas corridas de férias por ano, mas isso varia de estado a estado no país norte-americano. 

Nova Zelândia – Quem exerce sua profissão na belíssima ilha da Oceania tem o direito a 4 semanas corridas de folga por ano. 

Irã – O país da Ásia Ocidental dá aos seus trabalhadores o direito a 21 dias de férias. 

Holanda – Na Holanda, são 4 semanas corridas ou o equivalente a 20 dias de trabalho. 

Reino Unido – Por Lei, o Reino Unido – formado pelos países Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte – oferece 28 dias de férias a seus profissionais. 

Austrália – No país insular da Oceania, são 4 semanas corridas de folga previstas por lei. 

Suécia – Os profissionais da Suécia têm o direito a 25 dias de férias por ano. 

Itália – A Itália, seguindo a linha da maioria dos países, oferece 4 semanas corridas de folga. 

Dinamarca – No país nórdico, o trabalhador tem o direito a 25 dias de férias por ano. 

Espanha – Assim como ocorre no Brasil, a Espanha oferece 30 dias de folga no calendário por ano. 

Alemanha – Para os mais jovens, os dias de férias podem chegar a 30. Já para os demais profissionais, são 20 dias previstos por Lei. 

França – Aproximadamente 17% dos franceses preferem vender alguns dias de férias, algo que ocorre muito aqui no Brasil também. Os profissionais da França têm o direito a 30 dias de folga.

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Conheça os países que dão menos dias de férias


Todos nós sabemos que aqui no Brasil o trabalhador tem direito a 30 dias de férias após um ano de serviço trabalhado. Mas e em outros países? Basta dizer, por exemplo, que no Japão as férias são de apenas 8 dias! 

Conheça os países que dão menos dias de férias 

Coreia do Sul – 10 dias.
Com 40 horas semanais trabalhadas, as férias na Coreia do Sul variam de acordo com o tempo de serviço de cada profissional. Para quem tem 10 anos de carreira, por exemplo, o trabalhador tem o direito a 19 dias de férias. 

Tailândia – 11 dias.
Na prática, as férias na Tailândia podem chegar a apenas 6 dias, isso mesmo, 6 dias de férias. Para mais de 44% dos entrevistados, a razão está diretamente ligada ao fato de que é difícil conciliar as férias com os familiares. 

México – 12 dias.
São 45 horas semanais trabalhadas, e na prática são até 16 dias de férias dependendo de uma série de fatores. 37% dos entrevistados preferem acumular dias de viagens futuros. 

Estados Unidos – 15 dias.
Os Estados Unidos não tem nenhuma regra que garante dias de férias e geralmente as empresas americanas dão 15 dias de férias após determinado tempo de trabalho. Assim como acontece com os mexicanos, os americanos preferem acumular dias para viajar no futuro. 

Hong Kong – 14 dias.
Assim como acontece na Coreia do Sul, as férias em Hong Kong variam de acordo com o tempo trabalhado. Quem tem 10 anos de carreira, por exemplo, tem o direito a 14 dias de folga. Lembrando que são 45 horas semanais trabalhadas. 

Outros países que seguem a mesma linha dos citados acima:

Singapura – 14 dias.
Malásia – 14 dias. 

Japão – 8 dias (são oferecidos, porém, 17 dias, e muitos entrevistados disseram que no Japão não se pode dar ao “luxo” de tirar férias) 

Índia: os trabalhadores indianos têm direito às férias após 240 dias trabalhados. Um dia de descanso para 20 de trabalho, eis a equação usada por lá. Seguindo o raciocínio, são precisos 240 dias trabalhados para o profissional ter direito a 12 de folga.

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Conheça algumas carreiras que podem sumir por causa das novas tecnologias



Muitas carreiras devem entrar em declínio e correr o risco de sumirem nos próximos vinte anos, muito por causa das novas tecnologias em ascensão. O estudo em questão foi publicado por pesquisadores da Universidade de Oxford, que analisaram mais de 700 profissões..

Algumas das profissões mais ameaçadas pela tecnologia, segundo a pesquisa:
> Corretor de bolsa de valores
> Caixa
> Analista de crédito
> Arquivista

Mas a profissão mais ameaçada de todas é sem dúvida a de Atendente de Telemarketing, e estamos falando de um setor que emprega atualmente mais de 1,5 milhão de funcionários somente no Brasil. 

Na outra ponta, porém, estão as profissões que inteligência artificial nenhuma será capaz de substituir por completo. Afinal de contas, é inimaginável vivermos em um mundo sem professores, médicos e outros profissionais cuja importância transcendem qualquer tecnologia em ascensão.

Algumas profissões insubstituíveis:
> Professor
> Cirurgião
> Coreógrafo
> Preparador físico
> Psicólogo

E você, o que acha desse ranking?? Conte-nos!
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Seus direitos: a empresa pode monitorar o e-mail corporativo; entenda



A notícia de uma mulher demitida por justa causa por enviar um e-mail íntimo ao namorado através do e-mail corporativo reacendeu uma discussão e dúvida: a empresa tem o direito de monitorar os e-mails corporativos e demitir por justa causa quem decide usá-lo a fins pessoais? 

A resposta é sim, e esse tipo de comportamento da empresa não é visto sequer como violação de sigilo. As razões são bastante claras: mensagens trocadas por e-mail corporativo não devem ser particulares, uma vez que a legislação civil define que a empresa é responsável por atos praticados pelos funcionários, seja durante o trabalho ou por causa dele. No caso da mulher que enviou um e-mail íntimo, já existem inclusive decisões jurisprudenciais nesse sentido. 

Agora, a empresa não pode em momento nenhum monitorar o conteúdo do e-mail pessoal dos funcionários, mesmo que você o tenha feito durante o expediente.
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9 de abr. de 2014

Especial 2/2: Conheça as cidades com as piores qualidades de vida

mq-qualidade-vida-02Na primeira parte do nosso especial, vimos as cidades com as melhores qualidades de vida, com Viena, capital da Áustria, no topo da lista do estudo global realizado pela Mercer. Agora, vamos passear pelas cidades com as piores qualidades de vida.

O destaque negativo vai para os Estados Unidos, que dominou entre os países da América do Norte, com a cidade de Detroit no topo. Em meados do século XX, Detroit chegou a ser uma das cidades mais prósperas do mundo, mas hoje é um lugar abandonado, repleto de casas à venda, carros abandonados e ruas esquecidas.

Confira a lista completa:

As piores da América do Norte
1º Detroit (Estados Unidos)
2º Saint Louis (Estados Unidos)
3º Houston (Estados Unidos)
4º Miami (Estados Unidos)
 
As piores da América do Sul e Central
1º Porto Príncipe (Haiti)
2º Tegucigalpa (Honduras)
3º Caracas (Venezuela)
4º San Salvador (El Salvador)
5º Manágua (Nicarágua)
 
As piores da Europa
1º Tbilisi (Geórgia)
2º Minsk (Bielorrússia)
3º Yerevan (Armênia)
4º Tirana (Albânia)
5º São Petersburgo (Rússia)
 
As piores da Ásia
1º Dushanbe (Tajiquistão)
2º Dhaka (Bangladesh)
3º Ashkhabad (Turcomenistão)
4º Bishkek (Quirguistão)
5º Tashkent (Uzbequistão)
 
As piores do Oriente Médio e África
1º Bagdá (Iraque)
2º Bangui (República Centro-Africana)
3º N'Dejamena (Chade)
4º Sana (Iêmen)
5º Brazzaville (Congo)

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Especial 1/2: Conheça as cidades com as melhores qualidades de vida

mq-qualidade-vida-01Viena, a capital da Áustria, foi apontada como a cidade com a melhor qualidade de vida do mundo, segundo um novo estudo global da Mercer. Se Viena aparece no topo, por outro lado a capital do Iraque, Bagdá, aparece em último, muito por conta da constante tensão militar que existe naquela região.

Para chegar ao ranking, a Mercer usou critérios como liberdade de imprensa, estabilidade política, serviços bancários, criminalidade, qualidade de vida e educação, ambiente cultural, saneamento básico, transporte público e acesso à água e eletricidade.

Confira o ranking completo:

As 5 melhores cidades do mundo em qualidade de vida:
1º Viena (Áustria)
2º Zurique (Suíça)
3º Auckland (Nova Zelândia)
4º Munique (Alemanha)
5º Vancouver (Canadá)
 
As melhores da América do Norte
1º Vancouver (Canadá)
2º Ottawa (Canadá)
3º Toronto (Canadá)
4º Montreal (Canadá)
5º San Francisco (Estados Unidos)
 
As melhores da América do Sul e Central
1º Pointe-À-Pitre (Guadalupe, ilha caribenha)
2º San Juan (Porto Rico)
3º Montevidéu (Uruguai)
4º Buenos Aires (Argentina)
5º Santiago (Chile)
 
As melhores da Europa
1º Viena (Áustria)
2º Zurique (Suíça)
3º Munique (Alemanha)
4º Düsseldorf (Alemanha)
5º Frankfurt (Alemanha)
 
As melhores da Ásia
1º Singapura (Singapura)
2º Tóquio (Japão)
3º Kobe (Japão)
4º Yokohama (Japão)
5º Osaka (Japão)
 
As melhores da Oceania
1º Auckland (Nova Zelândia)
2º Sidney (Austrália)
3º Wellington (Nova Zelândia)
 
As melhores do Oriente Médio e África
1º Dubai (Emirados Árabes Unidos)
2º Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos)
3º Port Louis (Ilhas Maurício)
4º Durban (África do Sul)
5º Cidade do Cabo (África do Sul)

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Rinite domina entre doenças mais comuns entre executivos; saiba quais são as outras

mq-riniteUma extensa pesquisa realizada com 18 mil executivos brasileiros apontou os problemas de saúde mais comuns entre a classe, e a rinite alérgica foi a vencedora. Segundo especialistas, a poluição de grandes cidades como Rio de Janeiro e São Paulo, aliada com o ar condicionado, resulta na rinite.

Outras queixas comuns são de ansiedade, alergias e problemas de visão, sendo este último um transtorno para quem precisa ficar muito tempo na frente de computadores, tabletes ou smartphones. Segundo a pesquisa, a partir dos 40 anos nós começamos a perder a capacidade de acomodação da musculatura ocular, o que aumenta consideravelmente a dificuldade para leitura.

Conheça os principais problemas de saúde que afetam os executivos brasileiros:
01º Rinite (o grande campeão em queixas com 25,79%)
02º Alergia de pele
03º Problemas de visão
04º Ansiedade
05º Dor no pescoço e ombro
06º Excesso de peso
07º Dor de cabeça frequente
08º Colesterol alto
09º Asma ou bronquite
10º Insônia
11º Dor nos braços e mãos
12º Pressão alta
13º Dor crônica nas costas
14º Depressão
15º Gastrite crônica
16º Doença da tireoide
17º Problema de audição
18º Úlcera
19º Diabetes
20º Artrose ou artrite
21º Osteoporose

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Pela terceira vez, San Pedro Sula é eleita a cidade mais violenta do mundo; conheça as outras

mq-cidades-violentasA cidade de San Pedro Sula é a capital do departamento de Cortés, casa de aproximadamente 800 mil habitantes, sendo a segunda mais populosa de Honduras, atrás apenas da capital Tegucigalpa. E pelo terceiro ano consecutivo, San Pedro Sula foi eleita a cidade mais violenta do mundo, com mais de 1.400 mortes violentas registradas somente em 2013.

O levantamento é da ONG Conselho Cidadão pela Seguridade Social Pública e Justiça Penal, do México. Ao olharmos para o ranking, notamos a presença maciça de cidades sul-americanas e preocupante constatação de que o Brasil lidera o ranking com 11 cidades, entre elas Maceió, Cuiabá, Salvador, Campina Grande, Natal e Belém. O México vem logo atrás com seis cidades entre as trinta do ranking. 

Veja o ranking completo:
01º San Pedro Sula (Honduras)
02º Caracas (Venezuela)
03º Acapulco (México)
04º Cali (Colômbia)
05º Maceió (Brasil)
06º Distrito Central (Honduras)
07º Fortaleza (Brasil)
08º Cidade da Guatemala (Guatemala)
09º João Pessoa (Brasil)
10º Barquisimeto (Venezuela)
11º Palmira (Colômbia)
12º Natal (Brasil)
13º Salvador (Brasil)
14º Vitória (Brasil)
15º São Luís (Brasil)
16º Culiacán (México)
17º Ciudad Guayana (Venezuela)
18º Torreón (México)
19º Kingston (Jamaica)
20º Cidade do Cabo (África do Sul)
21º Chihuahua (México)
22º Ciudad Victoria (México)
23º Belém (Brasil)
24º Detroit (Estados Unidos)
25º Campina Grande (Brasil)
26º Nova Orleans (Estados Unidos)
27º San Salvador (El Salvador)
28º Goiânia (Brasil)
29º Cuiabá (Brasil)
30º Nuevo Laredo (México)

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Austrália tem o maior salário mínimo do mundo; confira o Top 10

mq-australiaA ODCE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) publicou dados sobre os países com os maiores salários mínimos do mundo, deixando claro como o Brasil está muito abaixo nesse quesito. O salário mínimo brasileiro aumentou 70% nos últimos doze meses, chegando a R$ 724, ou R$ 3,29 por hora. E, apesar do aumento considerável, não chega nem perto de países mais desenvolvidos.

A grande campeã do ranking é a Austrália, cujo valor por hora de salário mínimo é 11 vezes maior que no Brasil, marcando US$ 15,20 por hora trabalhada e US$ 29.982 anualmente. Em seguida vem Luxemburgo, pequeno Estado soberano cravado na Europa Ocidental, com um valor a hora de US$ 14 e US$ 29.166 anualmente.

Abaixo você confere o Top 10 desses países, e podemos constatar que mais uma vez a Europa domina com 6 países na lista, seguido com dois da Oceania, 1 da Ásia e 1 da América do Norte. Nenhum país sul-americano marca presença, e é de se notar também a ausência dosEstados Unidos, cujo valor do salário mínimo por hora é de US$ 7,25 e atualmente o presidente Barack Obama briga para elevar o valor para US$ 10,10.

Confira os 10 primeiros do ranking:
01º Austrália (US$ 15,20 por hora)
02º Luxemburgo (US$ 14 por hora)
03º França (US$ 12,40 por hora)
04º Bélgica (US$ 11,70 por hora)
05º Irlanda (US$ 11,40 por hora)
06º Nova Zelândia (US$ 11,10 por hora)
07º Holanda (US$ 11 por hora)
08º Canadá (US$ 9,80 por hora)
09º Reino Unido (US$ 9,50 por hora)
10º Japão (US$ 7,70 por hora)

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24 de jan. de 2014

Conheça os 30 países mais felizes do mundo

fiji-prontoA Worldwide Independent Network of Market Research realizou uma extensa pesquisa e descobriu quais são os 30 países mais felizes do mundo em 2013. A pesquisa, nomeada Barômetro Global de Otimismo, entrevistou mais de 66 mil pessoas em 65 países.

Para a surpresa de muitos, o primeiro lugar não foi preenchido por nenhum pequeno país europeu, mas sim por Fiji, afastado país insular cravado no coração da Oceania e com uma população estimada em mais de 905 mil habitantes. O Nível de Felicidade em Fiji chegou a incríveis 88%, sendo que a média mundial é de 60%. 

A pesquisa teve como principal característica medir o otimismo do povo em relação ao país em que vive para 2014. Países que andaram sofrendo com a violência, como Colômbia, México, Afeganistão, Índia, Kosovo e o próprio Brasil, também aparecem em boas colocações no ranking. Curioso notar como os habitantes de países europeus bem desenvolvidos como Holanda, Suécia e Áustria andam pessimistas em relação ao no que se iniciou. 

Confira a lista completa com o nome dos países e o Nível de Felicidade de cada um:
01º Fiji (88%)
02º Colômbia (86%)
03º Arábia Saudita (80%)
04º Argentina (78%)
05º Finlândia (78%)
06º México (75%)
07º Dinamarca (74%)
08º Índia (74%)
09º Indonésia (74%)
10º Brasil (71%)
11º Filipinas (70%)
12º Islândia (69%)
13º Papua Nova Guiné (69%)
14º Suíça (68%)
15º África do Sul (66%)
16º Marrocos (66%)
17º Peru (63%)
18º Canadá (62%)
19º Malásia (60%)
20º Afeganistão (59%)
21º Azerbaijão (59%)
22º Holanda (59%)
23º Suécia (59%)
24º Kosovo (58%)
25º Armênia (57%)
26º Bangladesh (57%)
27º Bósnia e Herzegovina (57%)
28º Coreia do Sul (56%)
29º Estados Unidos (55%)
30º Áustria (54%)
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Conheça os 20 países mais egoístas do mundo

grécia-prontoO instituto britânico CAF (Charities Aid Foundation) realizou a pesquisa World Giving Index de 2013, famoso mundialmente por medir a solidariedade dos povos, ranqueando assim os países com mais e menos pessoas que ajudam o próximo, fazem trabalhos de caridade e doações.

A pesquisa entrevistou 155 mil pessoas em 135 países, tendo como critérios três perguntas:
1. No último mês, fez alguma contribuição financeira para organizações sociais?
2. Fez algum trabalho voluntário?
3. Ajudou a um desconhecido? 

A partir dessas questões criou-se o ranking que veremos a seguir. O Brasil aparece em 91º lugar, oito a menos que a lista de 2012. O país menos generoso da América do Sul ano passado, porém, foi a Venezuela, enquanto os Estados Unidos aparecem como o país mais generoso do mundo. A primeira colocação entre os mais egoístas ficou com a Grécia (foto acima), que vem atravessando por um período nebuloso de violência urbana. 

Confira o ranking com os 20 países mais egoístas do mundo:
01º Grécia
02º Croácia
03º China
04º Albânia
05º República Democrática do Congo
06º Iêmen
07º Turquia
08º Ruanda
09º Palestina
10º Montenegro
11º Sérvia
12º Rússia
13º Mali
14º Lituânia
15º Jordânia
16º Benin
17º Macedônia
18º Bulgária
19º Vietnã
20º Geórgia
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Seus direitos: vender vale-refeição pode causar demissão por justa causa

6254_zoom-postSe você costuma vender ou negociar seu vale-refeição/alimentação no mercado ilegal, saiba que tal atitude é considerada uma falta grave e pode ocasionar demissão por justa causa, e até ser interpretada como crime de estelionato.

A finalidade do vale-refeição/alimentação – criação do PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador) – é melhorar as condições nutricionais dos funcionários. É comum usarmos a nosso vale-refeição/alimentação para nos alimentarmos melhor durante nosso intervalo, buscando por bons alimentos em restaurantes ou em compras em supermercados. 

Mesmo assim, segundo pesquisa recente, cerca de 6% dos funcionários costumam negociar o vale-refeição na busca por uma renda extra.
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Você sabe o que é a Síndrome de Burnout?

burnout-postA Síndrome de Burnout, também chamada de síndrome do esgotamento profissional, origina-se da dedicação exagerada ao trabalho. É uma das doenças mais marcantes do estresse profissional e se caracteriza por depressão, avaliação negativa de si mesmo, exaustão emocional e insensibilidade.

A síndrome foi constatada no início dos anos 70, pelo psicanalista norte-americano Freudenberger, após constatá-la em si mesmo, e sua nomenclatura “Burnout” , to inglês “to burn out”, significa “queimar por completo”

A Síndrome de Burnout é mais comum entre profissionais dos quais se espera uma atitude solidária, como professores, médicos, assistentes sociais, enfermeiros, psicólogos, policiais, bombeiros, comerciários, atendentes públicos, entre outros.  

Os principais sintomas:
•    Recolhimento;
•    Necessidade de autoafirmação;
•    Mudanças evidentes de comportamento;
•    Despersonalização;
•    Vazio interior;
•    Dedicação intensificada - com predominância da necessidade de fazer tudo sozinho;
•    Descaso com as próprias necessidades pessoais - comer, dormir, se divertir;
•   Recalque de conflitos - o portador percebe que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema;
•    Reinterpretação dos valores - isolamento, fuga dos conflitos. O que antes tinha valor sofre desvalorização: lazer, casa, amigos, e a única medida da autoestima é o trabalho;
•    Negação de problemas - nessa fase os outros são completamente desvalorizados e tidos como incapazes. Os contatos sociais são repelidos, cinismo e agressão são os sinais mais evidentes;
•    Depressão - marcas de indiferença, desesperança, exaustão. A vida perde o sentido;
•   E, finalmente, a síndrome do esgotamento profissional propriamente dita, que corresponde ao colapso físico e mental. Esse estágio é considerado de emergência.
Equipe MQ Consultoria em RH.

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10 de jan. de 2014

Mão de obra brasileira está em 57º, segundo ranking

Realizado pelo Fórum Econômico Mundial, a primeira edição do Relatório de Capital Humano, avaliou 122 nações em termos de capacidade produtiva de seus cidadãos. O ranking usou um total e 51 variáveis divididas em quatro pilares, tendo como principais critérios: educação, ambiente estrutural, bem-estar e saúde e força do trabalho e emprego, além de diversos outros critérios secundários.

Os países europeus conseguiram as melhores pontuações e os africanos as piores.
Clique aqui para acessar o estudo completo em PDF e em inglês. 

Os 5 primeiros colocados:
1º Suíça
2º Finlândia
3º Singapura
4º Holanda
5º Suécia 

O Brasil aparece somente na 57ª posição. Veja a atuação do nosso país nos critérios correspondentes:
Capacidade de inovação: 33ª posição
Capacidade de reter talentos: 34ª posição
Facilidade de encontrar profissionais qualificados: 101ª posição
Nível de absorção de tecnologia: 48ª posição
Capacidade de atrair talentos: 44ª posição
Pagamentos relacionados à produtividade: 83ª posição
Equipe MQ Consultoria em RH.

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16 de set. de 2013

Saiba quais são as maiores distrações no trabalho

mq-1Uma pesquisa britânica apontou que os trabalhadores gastam, em média, uma hora por dia realizando tarefas pessoais muito pouco produtivas durante o horário de trabalho. Foram entrevistados 2 mil profissionais e revelou que apenas 88% do expediente diário é realmente gasto com tarefas profissionais.

Acessar redes sociais como Facebook e Twitter, acessar e-mails pessoais, ler sites de notícias, fazer compras e ver a previsão do tempo estão entre os maiores vilões da produtividade no trabalho. 

Maiores distrações no trabalho:
- Utilização de serviços bancários online
- Verificação da previsão do tempo
- Acesso a e-mails pessoais
- Leitura de notícias sobre esportes
- Pesquisas sobre destinos de férias
- Pagamento de contas
- Acesso a redes sociais como Facebook e Twitter
- Conversas telefônicas com amigos e parentes
- Organização de encontros com amigos
- Compras e vendas pela internet
MQ Consultoria em RH.

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